Lazer

Nem mesmo ser a rainha de The Crown serve para superar a diferença salarial, e Claire Foy é a melhor prova disso.

Superar a diferença salarial é uma reivindicação histórica do movimento feminista e, mais especificamente, de mulheres que trabalham no cinema e na televisão. Ouvimos falar de Natalie Portman, Jessica Chastain, Emma Stone, Michelle Williams e ouvimos os casos de Robin Wright (que foi uma das primeiras a corresponder ao salário de sua co-estrela em House of Cards) ou de Susan Sarandon (a quem Paul Newman cedeu, anos atrás, parte de seu salário para aliviar a desigualdade). E, agora, é uma de nossas séries favoritas que se destaca nas manchetes de uma situação ... bastante paradoxal: que a rainha cobra menos do que o príncipe de Edimburgo.

E é que A coroa Tornou-se uma das séries de estrelas da Netflix durante as duas temporadas que até agora estreou biopic de Isabel II da Inglaterra, além de ser uma das mais caras da história da televisão, mas a diferença salarial está presente na distribuição dos salários, uma vez que os produtores da série confirmaram nesta semana que Claire Foy recebeu um salário consideravelmente menor do que Matt Smith, o ator que interpreta seu marido, o príncipe Philip de Edimburgo.

A razão que eles deram para isso é o status de "estrela de televisão" do ator, que trabalhou por quatro anos na série mítica Doctor Who. A boa notícia é que os responsáveis ​​pela série garantiram que que a desigualdade será aliviada nas próximas temporadas, embora pouco consolo sirva para Foy, que já será substituído na terceira temporada por Olivia Coleman para interpretar uma Isabel II mais madura. Ainda não se sabe qual ator interpretará seu marido, mas muitos rumores apontam para Hugh Laurie.

Jared | Paul Newman deu parte de seu salário a Susan Sarandon para obter uma correspondência salarial